Olá, internautas
Na última sexta-feira (13/01), “Cara e Coragem” chegou ao
derradeiro último capítulo. A novela de Claudia Souto com direção geral de
Adriano Melo e direção artística de Natália Grimberg passou sem grande alarde.
Índices modestos com pouca repercussão para uma novela das sete da TV Globo.
“Cara e Coragem” apresentou, em seus 197 capítulos, um texto
pesado. Enredo pesado. O mesmo já tinha acontecido com a antecessora “Quanto
Mais Vida, Melhor!”. A faixa necessita de uma história leve, divertida e
despretensiosa.
Mesmo assim, alguns pontos positivos apareceram na obra. O
retorno de Mel Lisboa à TV Globo foi um dos pontos positivos da novela. A atriz
interpretou a vilã Regina Gusmão. O núcleo dos atores negros também funcionou em
“Cara e Coragem”. O ator Paulo Lessa, que deu vida a Ítalo, aproveitou a
oportunidade. Sobressaiu no elenco. Ícaro Silva, que viveu Leonardo, apresentou
um desempenho melhor na novela das sete em comparação à “Verdades Secretas 2”.
Por outro lado, Paolla Oliveira e Marcelo Serrado que
viveram o casal Pat e Moa não viveram os melhores momentos de suas carreiras
com a novela das sete. Carmo Dalla Vecchia, idem. E como “presente”, o ator estará
em breve na próxima novela das seis, Amor Perfeito. O velho e batido problema da
escalação dos mesmos de sempre.
A autora trabalhou a questão da homossexualidade com os
personagens Hugo (Raphael Theophilo) e Enzo (Pablo Sanábio). A trama vilanizou a
imprensa que cobre o universo artístico ao mostrar a angústia do ator/galã Hugo
com os jornalistas. Em regra geral, o “jornalismo de celebridades” não tira os
atores e profissionais da TV do “armário”. Até mesmo, essa editoria normalmente
funciona como linha auxiliar de marketing. A questão aqui é o lema “quanto menos
souber da vida do ator, mais se acredita no personagem” que se esvai com a
exposição da vida íntima nas redes sociais. E ao mesmo tempo, o fortalecimento
da luta da comunidade LGBTQIA+ por esses atores que revelam a sua orientação
sexual. Esse é o dilema.
“Cara e Coragem” passa o bastão para “Vai na Fé” que tem a
missão de resgatar a repercussão das novelas das sete.
Fabio Maksymczuk

Talvez essa novela seja premiada por todos os portais especializados como a pior novela de 2023, e olha que o ano acabou de começar. Já que não foi cassada, a Globo deveria rever alguns conceitos e oferecer algo ainda melhor ao seu público fiel.
ResponderExcluirPedro Henrique
Rio de Janeiro (RJ)
Travessia é pior
ExcluirNa verdade, a novela terminou este ano, ficou no ar por um bom tempo em 2022 e agora é esperar que a próxima novela do horário, feita para uma minoria específica, consiga atrair a atenção do público.
ResponderExcluirPedro Henrique
Rio de Janeiro (RJ)
Vai na Fé começou bem
ExcluirNossa, nem teve os famosos pontos positivos e negativos que você costuma pontuar em toda novela, que descaso
ResponderExcluirNeste caso, apenas breves comentários
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