Olá, internautas
Neste domingo (05/07), a seleção brasileira de futebol
masculino se despediu da Copa do Mundo FIFA 2026, após a derrota por 2 a 1 frente
à Noruega. Resultado previsível, diante do que foi visto no ciclo, das últimas
participações do Brasil nos Mundiais e da geração.
Nesta edição, um fato chamou a atenção dos telespectadores da
TV aberta. A TV Globo, que sempre liderou as exibições do principal evento
futebolístico do planeta, perdeu a supremacia nos direitos de transmissão. CazéTV,
conhecida por ser um canal de esportes no YouTube, detém a totalidade dos jogos
da Copa do Mundo realizada nos Estados Unidos, México e Canadá. Sinais dos
novos tempos.
Além disso, o Grupo Globo perdeu fatia do público tanto para a CazéTV quanto para o SBT que também exibe as partidas do Mundial. Isso era um quadro também esperado. Como já analisado neste espaço, a emissora platinada implementa, forçadamente, as novas diretrizes da representatividade no departamento de esportes, além de ter perdido as duas maiores estrelas da área, Galvão Bueno e Cleber Machado, e dois símbolos da renovação do jornalismo esportivo do canal, Tiago Leifert e Fernanda Gentil.
Parte desse público acompanha as referências
na concorrência, busca novas opções e marca a rejeição com os novos rumos do
canal da família Marinho. Mesmo assim, é válido ressaltar que a TV Globo ainda
lidera a preferência.
O jornalismo “futebolístico” necessitaria de uma visão mais
crítica sobre a decadência da seleção brasileira, fugir de uma visão idealizada
do passado que continuaria no presente e escapar das diretrizes do marketing
esportivo na cobertura jornalística, como aconteceu com a escalação de Neymar
Jr.
Fabio Maksymczuk






















