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segunda-feira, 25 de janeiro de 2021

"The Voice +" apresenta desafio com jurados jovens

 

Olá, internautas

A TV Globo já estreou “The Voice +”. O talent show reúne concorrentes a partir de 60 anos. Uma boa ideia diante de um País que apresenta um número crescente de idosos na composição da sociedade. Infelizmente, muitos talentos não encontram espaço no mercado de trabalho e também na TV brasileira.

São poucos os atores e atrizes desta faixa etária que conseguem papel de destaque nas telenovelas. Cantores e cantoras, menos ainda. Por isso, é louvável que a atração valorize esses profissionais que batalham por décadas.

“The Voice +”, sob comando do competente André Marques, apresenta o desafio de reunir jurados jovens para avaliar os veteranos. Ludmilla, de 25 anos, Mumuzinho, de 37 anos, e Claudia Leitte, de 40 anos, julgam competidores com mais de 40 anos de carreira (mesmo fora do circuito do show business). Daniel, de 52 anos, retorna ao filão do “The Voice Brasil”.

O talent show da TV Globo poderia ter valorizado jurados mais experientes, como Wanderléa, Jorge Ben Jor, Alcione, Baby do Brasil, Djavan e Agnaldo Rayol. Teria sido mais interessante.

Fabio Maksymczuk

sábado, 23 de janeiro de 2021

Geraldo Luis sucede Gugu com "A Noite É Nossa"


Olá, internautas

Nesta quarta-feira (20/02), a Record TV estreou “A Noite é Nossa”. A nova atração de Geraldo Luis já iniciou na vice-liderança isolada. Derrubou o arquirrival Ratinho nos índices de audiência.

O apresentador estava afastado do vídeo, desde a eclosão da pandemia do novo Coronavírus. Retornou com um visual diferente. Com barba e calvície aparente. Geraldo ocupa a faixa horária antigamente ocupada por Gugu Liberato. Noite das quartas-feiras. E o saudoso comunicador tinha a mesma missão de derrotar o camundongo.

“A Noite é Nossa” começou com uma boa entrevista na mansão de Renato Aragão. Geraldo soube conduzir o bate-papo com o eterno trapalhão ao lado de sua esposa. Uma conversa agradável.

Depois, o apresentador recebeu, no palco de sua atração, o cantor do momento, Tierry, que entoou o hit Rita. O programa visitou Nilo Peçanha, cidade do interior baiano onde o artista morou. Mostrou sua antiga casa e entrevistou a sua mãe que, posteriormente, adentrou o estúdio da Record TV para abraçar o filho.  

“A Noite é Nossa” estreou com a premissa de resgatar elementos de outros programas de auditório. Até mesmo, um auditório com os pompons de Silvio Santos se fez presente na gravação. Desnecessário em tempos de pandemia e mais desnecessário com a participação quase nula desse público no desenvolvimento do programa. 

Há também um excesso de “personagens” no conjunto da nova aposta da Record TV. Silvio Santos cover, Rodolfo (do ET), Televizinha (assistente de palco oficial), anão Marquinhos, anã Juliana, Caroço (da dupla Caroço e Azeitona), Fabiola Gadelha e Celia Pinho (oi, meu borboletão) formam a trupe. Alguns apareceram de relance. Sem função.

Mesmo assim, “A Noite é Nossa” estreou com um bom programa. Gerou entretenimento ao telespectador.

Fabio Maksymczuk

quarta-feira, 20 de janeiro de 2021

"Gênesis" estreia com boa perspectiva

 

Olá, internautas

Nesta terça-feira (19/01), a Record TV estreou “Gênesis”. A emissora promoveu uma intensa campanha de divulgação da nova novela assinada por Camilo Pellegrini, Raphaela Castro e Stephanie Ribeiro com direção geral de Edgard Miranda.

As produções baseadas nos textos bíblicos tiveram mais êxito no formato de minisséries e produzidas pela própria Record TV. O megassucesso “Os Dez Mandamentos“ alterou tal estratégia. Agora, as telenovelas assumiram a difusão da mensagem da Bíblia.

Após a terceirização para a Casablanca, o canal não colheu um grande sucesso nesta seara.  A visão da Igreja Universal do Reino de Deus ficou evidente nas novelas inspiradas nos textos do Novo Testamento, como Apocalipse e Jesus. Dialogou para um público específico. Evangélicos, especialmente do Neopentecostalismo. Não abarcou a grande massa de telespectadores de outras correntes religiosas.

“Gênesis” é do Velho Testamento. E o principal: a novela, na realidade, será uma junção de sete minisséries, formato que rendeu boas produções, como José do Egito e Rei Davi.  Neste primeiro capítulo, Adão (Carlo Porto) e Eva (Juliana Boller) ganharam amplo destaque. Igor Rickli já aparece como Lúcifer. O “anjo rebelde contra Deus” ganhou uma coloração semelhante ao Satanás vivido por Mayana Moura em “Jesus”.

Em tempos do “politicamente correto”, Adão poderá provocar ira nas feministas que ficarão ao lado de Eva. Os efeitos especiais apareceram dentro do contexto da obra. E não como algo espetacular. Isso é bom.

“Gênesis” começou com boa perspectiva. No entanto, a novela enfrentará o desafio de recontar histórias já exibidas recentemente pela própria emissora, como José do Egito, que agora será vivido por Juliano Laham, e o conflito entre Lia e Raquel, interpretadas anteriormente por Bruna Pazinato e Graziela Schmidt, respectivamente.

Fabio Maksymczuk   

segunda-feira, 18 de janeiro de 2021

Melhores da TV: Confira os vencedores do Troféu APCA 2020




A APCA - Associação Paulista de Críticos de Arte escolheu, em assembleia realizada nesta segunda-feira (18/01), os melhores de 2020 em dez áreas, entre elas a de Televisão.

As categorias escolhidas foram: Atriz, Ator, Dramaturgia, Programa, Humor e Destaque do Ano.

A data e formato da cerimônia de premiação serão divulgados assim que houver definição. A APCA ainda estuda a viabilidade desta entrega.  

Os ganhadores do Troféu APCA de 2020 de Televisão são: 

ATRIZ: Camila Morgado (Bom Dia, Verônica/ Zola Filmes-Netflix) e Tatiana Tiburcio (Especial Falas Negras/TV Globo) 

ATOR: Eduardo Moscovis (Bom Dia, Verônica/ Zola Filmes-Netflix) 

DRAMATURGIA: Bom Dia, Verônica (Zola Filmes-Netflix) 

PROGRAMA: Conversa com Bial (TV Globo) 

HUMOR: Marcelo Adnet - Sinta-se em Casa/Globoplay  

DESTAQUE DO ANO: CNN Brasil 

Os críticos que votaram são: Edianez Parente, Fabio Maksymczuk, Leão Lobo, Neuber Fischer, Paulo Gustavo Pereira e Tony Goes.

Fabio Maksymczuk 

sábado, 16 de janeiro de 2021

"Zeca pelo Brasil" passa despercebido na Band



Olá, internautas

A Band resolveu reeditar o “Band Verão”, mesmo durante a pandemia do novo Coronavírus. A emissora desembarcou no Rio Grande do Norte, território eleitoral do ministro das Comunicações do governo Bolsonaro, Fabio Faria.

Zeca Camargo retorna ao vídeo com “Zeca pelo Brasil”. A atração destaca as belezas naturais do Estado, o linguajar típico dos potiguares, a culinária, além de musicais mais intimistas. Zeca desbrava o território nordestino ao lado, principalmente, de influenciadores digitais, muitos desconhecidos pelo telespectador da TV aberta.

“Zeca pelo Brasil” é o mais do mesmo do filão de programas de turismo. Nenhuma novidade ou reinvenção. Muito diferente do programa “O Mundo Segundo os Brasileiros”, exibido pela própria Band tempos atrás.

Um fato curioso chama a atenção. Zeca aceita mergulhar pelo litoral do Rio Grande do Norte. Porém, encara o desafio paramentado com sua camiseta. Come ostra dentro do mar ao lado de um rapaz só de bermuda (ou sunga). E ele com sua camisa. Esse visual não combina com o verão escaldante... Fica estranho no vídeo.

Glenda Kozlowski e Edu Guedes também desembarcaram no Rio Grande do Norte. Comandam quadros e reportagens especiais. “Zeca pelo Brasil” não empolga. Fica ao redor do 1 ponto no IBOPE. Além desse programa, o apresentador também lidera o “Música na Band Verão” e, evidentemente, exerce a função de diretor executivo de produção. A sua gestão, até agora, está marcada pelo imbróglio com a jornalista Mariana Godoy.

Fabio Maksymczuk

quarta-feira, 13 de janeiro de 2021

VIVA aposta em trinca forte de novelas

 



Olá, internautas

O canal VIVA conta com três fortes novelas em sua programação. Uma da década de 2000. Outra dos anos 90. Já a terceira dos anos 80. Três grandes sucessos da história da teledramaturgia brasileira.

“Sassaricando”, de Silvio de Abreu com direção geral de Cecil Thiré e Atilio Riccó, é uma das minhas primeiras lembranças de telenovela. O interessante é compará-la com o remake “Haja Coração” que se baseou na história dos anos 80. Realmente, Claudia Raia se destacou na obra original como Tancinha. Interpretação marcante. Entregue à personagem. Nas mãos de Mariana Ximenes, a feirante recebeu uma nova coloração. Marcos Frota é Beto. E Alexandre Frota encarnava Apolo. O trio compunha o núcleo paralelo que se transformou em principal na readaptação. 

O elenco é recheado de símbolos da dramaturgia nacional, como Paulo Autran, Tonia Carrero, Eva Wilma, Irene Ravache, Edson Celulari, Maitê Proença, Cristina Pereira (que recebeu uma justa homenagem em Haja Coração), Diogo Vilela, Jandira Martini, Lolita Rodrigues, Rômulo Arantes (que interpreta Adônis), Carlos Zara, entre tantos outros. “Haja Coração” funciona como uma versão genérica. Em “Sassaricando”, também é interessante acompanhar Jorge Lafond que já aparecia em uma personagem pré-Vera Verão. Um novelão que simboliza a década oitentista.

A segunda novela da trinca é “A Viagem”, megassucesso dos anos 90. O canal já exibiu a trama de Ivani Ribeiro com direção geral de Wolf Maya. Retorna à programação. É uma obra que até hoje ecoa na Rede Globo. Histórias com teor espírita ganham espaço, principalmente na faixa das seis.

E, por fim, surge “Mulheres Apaixonadas”, última grande obra de Manoel Carlos, com núcleo de Ricardo Waddington, que engatou sucesso atrás de sucesso, desde “Felicidade”, na TV Globo. É uma novela perfeita. A história central ancorava uma série de núcleos paralelos que despertavam a atenção do telespectador. Obra que alavancou Bruna Marquezine até os dias atuais. Personagens que deixaram marcas na memória afetiva do público, como Heloisa (Giulia Gam), Doris (Regiane Alves) e Marcos (Dan Stulbach).

Sassaricando, A Viagem e Mulheres Apaixonadas simbolizam eras da televisão brasileira.

Fabio Maksymczuk

segunda-feira, 11 de janeiro de 2021

"Conversa com Bial" e "Altas Horas" se reinventam durante pandemia




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Olá, internautas

Com a eclosão da pandemia do novo Coronavírus, muitos programas da TV brasileira tiveram que se adequar ao momento para atender os padrões de segurança e higienização estabelecidos pela Organização Mundial da Saúde (OMS).

Esse é o caso do “Conversa com Bial”. A atração de Pedro Bial até ganhou impulso dentro do “novo normal”. O programa passou, de fato, a ser uma conversa entre o jornalista e o entrevistado. O talk show ficou mais intimista e agradável para o telespectador.

A temporada 2020, que está sendo reprisada agora pela GloboNews na faixa das 23h45, contou com uma série de boas entrevistas. De suas residências, atores e atrizes, como Tarcisio Meira, Gloria Menezes, Laura Cardoso, Tony Ramos, Liam Duarte, dentre outros, celebraram os 70 anos da TV brasileira. Bial até teve a oportunidade de “conversar” com o ex-presidente dos Estados Unidos, Barack Obama. “Conversa com Bial” viveu o seu melhor momento até aqui.

Já “Altas Horas” foi uma das atrações mais afetadas pela pandemia. Serginho Groisman contava com a participação ativa do auditório que interagia com seus convidados. O público, principalmente de jovens, é a marca principal do programa. Igual a Bial, Serginho teve que comandar a sua atração de seu lar.

Agora, o apresentador retornou ao estúdio do “Altas Horas” na TV Globo. O auditório, igual ao “Caldeirão do Huck”, é virtual.  Há uma mescla entre convidados presenciais e de forma remota. Neste sábado (09/01), por exemplo, Serginho entrevistou, via internet, a atriz Susana Vieira e recebeu, no palco, a dupla Fernando e Sorocaba.

A TV Globo, finalmente, corrigiu a programação e exibe atualmente o “Altas Horas”, após o encerramento da reprise de “A Força do Querer”. O apresentador merecia mais destaque na programação há muitos anos.

“Conversa com Bial” e “Altas Horas” souberam se reinventar para informar e entreter o público.

Fabio Maksymczuk 

sexta-feira, 8 de janeiro de 2021

Mariana Godoy colhe fracasso na Band

 

Olá, internautas

Fracasso. Essa é a marca deixada por Mariana Godoy em sua passagem pelo Grupo Bandeirantes. A jornalista que desembarcou, de supetão, nos domínios do Morumbi, emitiu comunicado em seu perfil no Instagram sobre a sua saída. “A vida é feita de escolhas e eu escolhi buscar novos horizontes”, ressaltou. Agradeceu nominalmente diversos profissionais da emissora, menos o diretor executivo de produção, Zeca Camargo. Sintomático.

Mariana saiu da RedeTV!, após uma boa passagem pelo canal da exclamação, para comandar um programa matutino diário na Band. O projeto, antes mesmo de ser levado ao ar, foi engavetado.

A Rede Bandeirantes já tinha exibido uma série de chamadas sobre a nova aposta. Mariana até participou de programas dos colegas, como Catia Fonseca e José Luiz Datena. Promoveu uma enquete sobre o nome do novo matinal. Protagonizou uma live ao lado de Zeca, no Instagram, sobre a atração. E tudo isso foi para a “lata de lixo”. No final das contas, Edu Guedes assumiu a faixa matutina com o “The Chef”. Mariana ficou com a imagem enfraquecida, diante da falta de planejamento da cúpula da Band.

E a estratégia atabalhoada também marcou a estreia do semanal “Melhor Agora” às segundas-feiras. Foi jogado no ar sem o devido esmero. O cenário simbolizava tal percepção. Mariana ficou com a imagem ainda mais enfraquecida diante de um programa insosso.    

Mariana quer trilhar o caminho do entretenimento, sendo que a profissional é uma excelente jornalista. Ana Paula Padrão se transformou em uma narradora do relógio no “MasterChef Brasil”. Fátima Bernardes não brilha, desde a estreia, no “Encontro”. Patricia Poeta encontra-se escondida no “É de Casa”. Para reflexão.

Fabio Maksymczuk

terça-feira, 5 de janeiro de 2021

2011-2020: As 10 piores novelas da década


Olá, internautas

Já divulgamos, neste espaço, as 11 melhores novelas da década compreendida entre 2011 e 2020. Agora, chegou a vez das 10 piores que deverão repousar no fundo do baú televisivo.

1 – Máscaras

A novela de Lauro Cesar Muniz, infelizmente, é um triste capítulo no departamento de teledramaturgia da Record TV que vinha com boas produções, desde a estratégia “A caminho da liderança” lançada em 2004. Trama confusa. Personagens que não cativaram o telespectador. A partir de Máscaras, as tramas contemporâneas perderam fôlego e, com isso, as novelas inspiradas no texto bíblico ganharam espaço.  

2 – Babilônia

A novela das nove da TV Globo, de Gilberto Braga, Ricardo Linhares e João Ximenes Braga, foi uma “bomba” jogada no colo do telespectador. A direção de Dennis Carvalho, Maria de Médicis, Giovana Machline, Pedro Peregrino, Luisa Lima e Cristiano Marques apostou ainda no clima “underground” com um roteiro que apostava no “submundo”. A novela errou na abordagem da homossexualidade e também na abordagem sobre os evangélicos.

3 – Apocalipse

Um verdadeiro apocalipse para o telespectador que acompanhou a trama inspirada no texto bíblico e com viés notadamente defendido pela Igreja Universal do Reino de Deus, mantenedora da Record TV.

4 – A Lei do Amor

A novela de Maria Adelaide Amaral e Vincent Villari apresentou seríssimos problemas na construção do enredo. Um bando de personagens que acrescentou em nada à história. Diversos núcleos paralelos poderiam ter sido perfeitamente sequer imaginados. Durante o desenrolar da trama, alguns personagens tiveram que morrer (o público nem sentiu falta) ou serem afastados da obra (o que ficou estranhíssimo).  Já outros mudaram de perfil. Entraram com ares malévolos para serem transmutados como bonzinhos.



5 - Remake Guerra dos Sexos

Mesmo com um elenco repleto de estrelas (desgastados...), o maior problema do remake de “Guerra dos Sexos” recaiu exatamente no principal ingrediente para o êxito de uma novela: o texto. O enredo dos anos 80 não ganhou uma merecida atualização. Tentou ser engraçada, mas não foi.

6 – Geração Brasil

A novela de Filipe Miguez e Izabel de Oliveira tinha como grande preocupação a transmídia que permeou a estrutura do enredo. A trama foi construída para “bombar” nas redes sociais. Eis o erro básico. O público desfamiliarizado com as novidades da tecnologia ficou “a ver navios”. Já a “geração conectada” não ficou interessada na proposta da novela das sete. Resultado: mais um fracasso da faixa das sete na TV Globo.

7 – Além do Horizonte

A novela de Marcos Bernstein e Carlos Gregório passou despercebido pelo telespectador. O núcleo central da trama foi composto por jovens atores. Na época sem grande experiência como protagonistas, como Juliana Paiva, Vinicius Tardio, Christiana Ubach e Rodrigo Simas. Por outro lado, os “veteranos” circundavam nas histórias paralelas, como Flavia Alessandra, Marcello Novaes, Caco Ciocler, Alexandre Borges, entre outros. A obra investigava o que é a felicidade. Na realidade, o público descobriu uma trama infeliz. 

8 – Sol Nascente

A novela das seis da TV Globo, assinada por Walther Negrão, Julio Fischer e Suzana Pires com direção artística de Leonardo Nogueira, não apresentou um roteiro que despertasse a atenção do telespectador. Luis Melo travestido de japonês Kazuo Tanaka foi um dos maiores constrangimentos da teledramaturgia brasileira nesta década. Ainda teve Giovanna Antonelli que interpretou Alice, uma filha postiça do “japa”. Não deu liga. 



9 – Amor e Revolução

“Amor e Revolução” foi um dos fiascos no departamento de teledramaturgia do SBT. Isso provocou um novo rumo ao canal: apostar em tramas infantojuvenis que perduraram até o final desta década. A novela de Tiago Santiago explorou cenas de ação e espetacularização da violência, principalmente nos primeiros capítulos. Afugentou o público da emissora. Além disso, a obra não ganhou uma melhor contextualização com o quadro político e econômico dos anos 60. 

10 – O Sétimo Guardião

A novela de Aguinaldo Silva e seus colaboradores trouxe nenhuma grande expectativa para o telespectador, mesmo com a série de assassinatos dos guardiães que fizeram nenhuma falta na reta final. Desde antes da estreia, “O Sétimo Guardião” já vinha envolta de polêmica. Os alunos de Aguinaldo Silva questionavam a autoria da história. Vai para o ar? Não vai? Terá multa diária? Esse problema até foi parar na Justiça. Depois, a “fofocaiada” tomou conta dos bastidores. Um determinado ator casado teria sido visto aos beijos com outra atriz no camarim. Os bastidores sobrepuseram o texto ficcional.

Fabio Maksymczuk

sábado, 2 de janeiro de 2021

Breves pitacos sobre especiais de fim de ano da TV brasileira

 

Olá, internautas

As emissoras produziram uma série de especiais de fim de ano. Seguem breves comentários sobre algumas atrações:

1 – Final do MasterChef Brasil 2020: a Band promoveu uma grande final com os 23 vencedores da temporada 2020. Merecida a vitória da Anna Paula. O novo formato funcionou diante das limitações impostas pela pandemia. Além disso, foi um respiro para a atração.

2 – Especial 220 Volts: a TV Globo exibiu 220 Volts na terça-feira (22/12). Muito bom. Paulo Gustavo é ótimo. O estilo de humor mais popular deveria ganhar mais espaço na TV Globo. Dona Hermínia apareceu neste especial. Poderia ganhar um programa solo. Soube que isso aconteceria, mas diante da pandemia, talvez, o projeto tenha sido adiado.



3 – Especial Roberto Carlos: a TV Globo reprisou o especial do cantor exibido em 2011. Foi ao ar após “A Força do Querer”. Na realidade, 220 Volts poderia ter ocupado essa faixa horária. É controversa a permanência desse especial na grade de programação do canal. Eu, pessoalmente, jamais entendi a exibição desse programa (isso desde os anos 80).

4 – MasterChef Celebridades: Erick Jacquin, Henrique Fogaça e Paola Carosella “amarelaram” diante de Zeca Camargo, Joel Datena, Marília Mendonça, Péricles, César Menotti e Maraisa. Não ocorreram julgamentos mais veementes. O “espírito natalino” invadiu a cozinha mais famosa do Brasil.

5 – Especial Hebe: na última quinta-feira (31/12), a Band exibiu um documentário, apresentado por Ronnie Von, com imagens de arquivo da passagem de Hebe Camargo pela emissora. Alguns trechos merecem ser destacados. Clodovil Hernandes não falava Aids em 1983, mas "Eids". Disse que a humanidade enfrentaria novas enfermidades diante da degradação do ser humano. Dercy Gonçalves já estava cansada da política em 1982, já que oposição e governo eram a mesma coisa. Ela sempre votou na oposição, mas naquele ano votou no governo representado por Moreira Franco, mas venceu Leonel Brizola. Inconformada.



6 – Especial São Silvestre: Pela primeira vez, a tradicionalíssima corrida de São Silvestre não foi realizada. A TV Gazeta exibiu um especial na quinta-feira (31/12) com apresentação de Celso Cardoso. A atração resgatou nomes importantes da competição que estão esquecidos pela mídia, como Ronaldo da Costa e Carmem de Oliveira, brasileiros vencedores na década de 90, além de Rolando Vera, equatoriano que se consagrou nos anos 80. Bem que a corrida poderia retornar para a noite...

7 – Coração de Cowboy: muito interessante a Band ter exibido o filme Coração de Cowboy na quarta-feira (30/12) no Cine Clube. A emissora deveria valorizar mais o cinema nacional. Porém, o canal aplicou cortes bruscos no longa que foram sentidos.   

8 -  Revista da Manhã: Na véspera de Natal (24/12), o programa da TV Gazeta exibiu uma interessante edição especial de Natal. Projetaram a festividade em 2070. O jornalista Gabriel Perline e a apresentadora Regiane Tápias até dançaram o balé do Quebra-Nozes.



9 – Canta Comigo All Stars: Com a apresentação de Xuxa Meneghel, os telespectadores ficaram com mais saudade de Gugu Liberato. Vitória merecida do cantor Ivan Lima. Arrebentou em suas apresentações.

10 - Feliz Natal com Catia Fonseca: de acordo com a nota encaminhada pela assessoria da Band, “a atração contará com tecnologia de última geração e ferramentas de produções hollywoodianas, como o conceito de realidade aumentada e efeitos especiais”. Na realidade, ficou estranho no vídeo tal cenário virtual.

Fabio Maksymczuk

quarta-feira, 30 de dezembro de 2020

Confira os melhores da TV brasileira em 2020



Olá, internautas

2020 ficará marcado pela expressão “ano atípico”. As produções de teledramaturgia, praticamente, paralisaram as suas atividades. O telejornalismo sustentou a programação com informações sobre a pandemia do novo Coronavírus. A sociedade ficou informada graças ao trabalho hercúleo dos jornalistas. Dentro desse contexto, segue a relação dos melhores da TV brasileira.

MELHOR PROGRAMA: Combate ao Coronavírus

“Combate ao Coronavírus” teve como grande mérito o combate ao vírus da desinformação que se espalhou na internet após a eclosão da Covid-19. Marcio Gomes, com a sua credibilidade, informou os brasileiros sobre a pandemia que ainda preocupa grande parcela da sociedade. A prestação de serviço conquistou um importante espaço na TV Globo.  



MELHOR REALITY/TALENT SHOW: BBB20

Com a paralisação das novelas, principal carro-chefe da programação da TV brasileira, os realities surgiram como principal conteúdo inédito de entretenimento ao telespectador. “BBB20” trouxe um bom elenco dividido em “famosos” e “anônimos”. Discussões sobre machismo e racismo ganharam espaço. Thelma Regina consagrou-se a grande vencedora da atração da TV Globo e se transformou em um símbolo de luta pela diversidade étnica dentro do veículo televisivo.

MELHOR INTERPRETAÇÃO (melhor atriz/ator): Tatiana Tiburcio

Tatiana Tiburcio chamou a atenção em “Falas Negras”, especial do Dia da Consciência Negra exibido na TV Globo. Incorporou, de fato, a empregada doméstica Mirtes Souza, mãe do menino Miguel Otávio que morreu após ter despencado de um edifício de alto padrão no Recife, quando estava sob cuidados da patroa que integra a alta sociedade pernambucana. Interpretação visceral. Momento marcante que emocionou o telespectador.



MELHOR APRESENTADOR (A): Marcos Mion

Mion sobressaiu na apresentação de “A Fazenda 12”. O apresentador da Record TV soube conduzir os perrengues trazidos pela produção que cometeu erros durante o desenvolvimento do reality, além de ter engrenado uma boa relação com os confinados. Não interferiu no jogo. Assumiu o posto, de fato, de apresentador.

MELHOR DRAMATURGIA: Sob Pressão – Plantão Covid

Escrito por Lucas Paraizo e dirigido por Andrucha Waddington, o especial, que retratou os desafios encarados pelos profissionais de saúde em plena pandemia do novo Coronavírus, humanizou as frias estatísticas lidas diariamente nos telejornais. “Sob Pressão – Plantão Covid”, através da teledramaturgia, capturou os índices alardeados pelos noticiários e trouxe para a tela o drama encarado por médicos, enfermeiros e demais profissionais que lutam pela vida.



MELHOR PROGRAMA HUMORÍSTICO: Diário de Um Confinado

A atração divertiu o telespectador ao trazer Murilo, personagem interpretado por Bruno Mazzeo, em suas peripécias durante a quarentena. O ator surgiu impecável ao interpretar o homem solteiro, confinado em seu apartamento, que desconhecia os afazeres domésticos. Tiradas ótimas. Humor que provocou risos no público. Renata Sorrah, que viveu a mãe neurótica de Murilo, também sobressaiu na produção. Estava ótima.

Fabio Maksymczuk

segunda-feira, 28 de dezembro de 2020

Confira os piores da TV brasileira em 2020

 

Olá, internautas 

Diante da pandemia do novo Coronavírus que afetou diretamente as produções televisivas, o nosso tradicional balanço com os piores da TV brasileira sofrerá ajustes. Segue a lista. 

PIOR REPRISE DE NOVELA: Apocalipse 

A Record TV escalou a pior novela exibida na emissora desde 2004. “Apocalipse” foi a trama, dentre todas (inclusive minisséries), que mais segmentou uma trilha religiosa. E o resultado ficou ruim. Até mesmo os efeitos especiais não despertaram repercussão, como ocorreu em “Os Dez Mandamentos. 

PIOR PROGRAMA ESPORTIVO: Arena SBT 

“Arena SBT” atinge, com frequência, os mais baixos índices de audiência dentro de toda a programação da emissora de Silvio Santos. O programa repete o formato surrado das “mesas redondas” que já vem sendo desconstruído por outras emissoras. Não desperta interesse no telespectador na faixa da meia-noite. 

PIOR REALITY SHOW: Made In Japão 

O reality enfrentou severas dificuldades nos índices de audiência. Sabrina Sato não conseguiu se transformar em uma âncora do programa. Em diversos momentos, a apresentadora gritava e dava risada à toa. O elenco reforçou a impressão de reality requentado. Ex-participantes de outros realities enfrentaram os desafios e o confinamento. Em um elenco enxuto, Luiza Ambiel, Flavio Mendonça e Dhomini ressurgiram, após 15 anos, da Casa dos Artistas e BBB. 



PIOR APRESENTADOR (A): Otaviano Costa 

O estilo “exagerado” de Otaviano apareceu como um ruído no “Extreme Makeover Brasil”, atração exibida no GNT. O apresentador não consegue passar naturalidade no vídeo. Forçou situações para ser “engraçado” e “companheiro” das pessoas envolvidas na reforma das residências. 

FIASCO DO ANO: Aqui na Band 

“Aqui na Band” não engrenou nos índices de audiência durante o seu ano de existência. A saída de Silvia Poppovic foi a última cartada para tentar modificar a situação. Sem êxito. Luis Ernesto Lacombe se transformou em baluarte do ideário do presidente Jair Bolsonaro. O modelo adotado com diversos especialistas sucumbiu com a demissão de colaboradores. O matinal se transformou em grandes debates sobre o universo político. Fracassou. 

PIOR PROGRAMA DA TELEVISÃO BRASILEIRA: Triturando 

A faixa vespertina do SBT enfrenta sérias dificuldades. Fofocalizando se transformou em Triturando que se modifica, do nada, em “Notícias Impressionantes” que se transmutou novamente em “Triturando”. Livia Andrade e Mara Maravilha foram afastadas. Entraram Ana Paula Renault e Flor. Ana Paula possui uma legião de fãs, mas também carrega expressiva taxa de rejeição do telespectador. Ela, sozinha, não levou mais público ao vespertino. Neste ano, a trupe liderada por Chris Flores analisava, entre outros assuntos, músicas dos anos 40 e 50. Com os “grandes sucessos da música brasileira”, “Triturando” triturava, na realidade, a paciência do telespectador. 

Fabio Maksymczuk

sábado, 26 de dezembro de 2020

2011-2020: As 11 melhores novelas da década




Olá, internautas

Já vivemos a expectativa para o início de uma nova década neste século XXI. As novelas continuam como carro-chefe da programação da TV brasileira. Segue a minha relação das 11 melhores desta década que se encerra nos próximos dias:

1 – A Vida da Gente

A autora Licia Manzo conseguiu, no decorrer dos capítulos, colocar a sua marca e imprimir sensibilidade aos dramas retratados. A dramaturga e o diretor Jayme Monjardim funcionaram em uma boa dupla. “A Vida da Gente” não foi uma novela arrastada. É um dos melhores  folhetins das seis já exibidos na Rede Globo. Destaques: Fernanda Vasconcellos, Marjorie Estiano, Nicette Bruno e Leonardo Medeiros.




2 – A Força do Querer

A novela demonstrou a força da Globo nos lares brasileiros. Sempre ressaltamos que Gloria Perez é a melhor autora de telenovelas do Brasil. E ela justificou o título com uma obra competente que envolveu o telespectador. Também é importante salientar a direção de Rogerio Gomes que trouxe um bom ritmo no desenvolvimento da história. Balanço final será “reprisado” ainda neste espaço.

3 – Ti Ti Ti 

O texto refinado de Maria Adelaide, a direção competente de Jorge Fernando e um elenco que se entregou na trama formaram o tripé do sucesso conquistado. “Ti-Ti-Ti” versão 2010-2011 fica, sem dúvida, entre as melhores novelas das sete dos últimos anos. Destaques: Isis Valverde (Marcela) e Caio Castro (Edgar), Claudia raia (Jaqueline Maldonado), Alexandre Borges (Jacques Leclair) e Murilo Benicio (Victor Valentim), André Arteche (Julinho) e Armando Babaioff (Thales), Clara Tiezzi (Mabi) e Lipe (David Lucas), Juliana Alves (Clotilde), Rony Pear (Otávio Reis) e Help (Beth Gofman).  



4 – Os Dez Mandamentos

“Os Dez Mandamentos” marcou a programação da TV brasileira nesta década. A Record TV colheu bons frutos com a novela de Vivian de Oliveira com direção-geral de Alexandre Avancini. A trama teve a proeza de derrubar a hegemonia da TV Globo em pleno horário nobre com a dupla “Jornal Nacional-A Regra do Jogo”. “Os Dez Mandamentos” apresentou uma história bem produzida, dirigida e de fácil entendimento ao telespectador. Destaques: Sergio Marone, Adriana Garambone, Vera Zimmermann, Renato Livera, Petrônio Gontijo, Denise Del Vecchio, Larissa Maciel, Giuseppe Oristanio, Zécarlos Machado, Victor Pecoraro, Juliana Didone, Fernando Sampaio, Roger Gobeth e Paulo Gorgulho, Tammy di Calafiori e Roberta Santiago.

5 –  Cheias de Charme

Os autores Filipe Miguez e Izabel de Oliveira construíram uma novela com início, meio e fim. As histórias foram bem desenvolvidas. Uma obra que não passou ranço de cansaço. Destaques: Cláudia Abreu, Ricardo Tozzi, Tais Araújo, Isabelle Drummond e Humberto Carrão.



6 – Além do Tempo

A novela das seis, escrita por Elizabeth Jhin com direção geral de Pedro Vasconcelos e núcleo de Rogério Gomes, foi um grande acerto da TV Globo. A trama de Livia, Felipe e Melissa deixou saudade para muitos telespectadores. Destaques: Paolla Oliveira, Rafael Cardoso, Alinne Moraes, Irene Ravache, Felipe Camargo, Romulo Estrela e Inês Peixoto.

7 – Verdades Secretas

Verdades Secretas foi mais um sucesso da dupla Walcyr Carrasco e Mauro Mendonça Filho que havia alcançado sucesso com “Amor à Vida”. Destaques: Camila Queiroz, Rodrigo Lombardi, Drica Moraes, Grazi Massafera, Gabriel Leone, Rainer Cadete e Marieta Severo.



8 –  Salve Jorge

A trama de Gloria Perez enfrentou dificuldades no IBOPE e rejeição por parte dos telespectadores. A novela das nove da Rede Globo não veio para encantar o público. Essa não era a proposta, mas sim alertar sobre um assunto muito pouco divulgado nos meios de comunicação: o tráfico humano. Destaques: Giovanna Antonelli, Nanda Costa, Totia Meireles, Adriano Garib, Zezé Polessa, Dani Moreno, Antonio Calloni, Paloma Bernardi, Thammy Miranda, Tiago Abravanel e Carolina Dieckmann.



9 – Bom Sucesso

A novela das sete, escrita por Paulo Halm e Rosane Svartman, terminou com a missão cumprida. A trama, com direção artística de Luiz Henrique Rios e direção geral de Marcus Figueiredo, sobressaiu, principalmente na primeira metade da obra. A novela teve o mérito de incentivar o hábito da leitura no telespectador. Além disso, a diversidade étnica marcou o elenco. Destaques: Antonio Fagundes (Alberto), Romulo Estrela (Marcos), Fabiula Nascimento (Nana), Grazi Massafera (Paloma), Bruna Inocencio (Alice), Igor Fernandez (Luan) e Valentina Vieira (Sofia).



10 – Amor à Vida

A trama de Walcyr Carrasco com direção geral de Mauro Mendonça Filho e núcleo de Wolf Maya foi um “novelão” que teve como maior marca o avanço na abordagem da homossexualidade na mídia brasileira. Destaques: Mateus Solano, Elizabeth Savalla (Márcia Tetê), Tatá Werneck (Valdirene), Anderson Di Rizzi (Carlito), Antonio Fagundes (Cesar), Rainer Cadete (Rafael), Carol Castro (Silvia), Klara Castanho (Paulinha), Kiko Pissolato (Maciel) e Marcelo Argenta (Vanderlei "Coqueirão") e Nathalia Timberg (Bernarda).

11 - Avenida Brasil

A novela de João Emanuel Carneiro é uma das obras marcantes da teledramaturgia brasileira com personagens inesquecíveis que habitam o imaginário afetivo dos telespectadores. Para muitos, Carminha é a vilã-mor das telenovelas desta década. Destaques: Adriana Esteves, Débora Falabella, Vera Holtz, Marcello Novaes, Juca de Oliveira, José de Abreu, Cacau Protasio e Claudia Missura, Juliano Cazarré, Isis Valverde e Mel Maia. 

Fabio Maksymczuk

quinta-feira, 24 de dezembro de 2020

Record TV encontra boa saída em especial

 

Olá, internautas

Nesta quarta-feira (23/12), “Família Record” ganhou destaque na programação de fim de ano da emissora da Barra Funda. Neste ano, a atração, sob comando de Marcos Mion e Sabrina Sato, sofreu uma reformulação.

O foco deixou de ser os apresentadores da Record TV. Aliás, o formato já enfrentava um desgaste. O clima de confraternização do elenco recordiano já não despertava muita expectativa.

Para evitar aglomeração no estúdio, o especial dispersou os contratados da casa para as histórias retratadas no especial. “Pessoas comuns” que chamaram a atenção da mídia em tempos de pandemia foram homenageadas.

Uma garota, por exemplo, resolveu vender laços, através das redes sociais, para angariar fundos às Organizações Não-Governamentais realizou um sonho com a ajuda de Adriana Garambone e Angelo Paes Leme.  Ela deseja ser atriz e influenciadora digital. Diante disso, a menina conheceu os estúdios de gravação da novela Gênesis.  

Em outra história retratada, um menino com síndrome de Down foi homenageado com uma pintura em um viaduto. Um homem, que perdeu a esposa neste ano, ganhou um aparelho de fabricar sorvete das mãos de Ticiane Pinheiro e Renata Alves. E assim por diante.

Ocorreram ainda gincanas, bem ao estilo de Gugu Liberato, nas residências dos apresentadores ou dos homenageados. Cinco bexigas levantam um colar?, indagou Mion em prova realizada no casarão de Ana Hickmann. Cesar Filho tinha que encontrar um globo terrestre em sua mansão (Gugu na minha casa).

Os milionários apresentadores da Record TV cederam espaço a pessoas que necessitam de ajuda, como o casal que precisa cuidar de quadrigêmeos recém-nascidos.

“Família Record” acertou no novo formato.

Fabio Maksymczuk

segunda-feira, 21 de dezembro de 2020

APCA indica finalistas a Melhores da TV de 2020


Neste ano atípico em produção artística e cultural em virtude da pandemia da Covid-19, a APCA - Associação Paulista de Críticos de Artes promoveu algumas alterações na sua eleição anual. A votação dos melhores de 2020 em dez categorias acontecerá em meados de janeiro. 

A categoria Televisão, considerando que o meio obteve especial relevância e dedicação em produção cultural, de entretenimento e de informação no Brasil ao longo de 2020, já escolheu os seus finalistas ao troféu de melhores do ano da APCA em seis áreas: Atriz, Ator, Dramaturgia, Programa, Destaque do Ano e Humor.  

Os indicados ao troféu APCA de 2020 em Televisão são: 


ATRIZ

Andrea Beltrão (Hebe)

Camila Morgado (Bom Dia, Verônica)

Marjorie Estiano (Sob Pressão - Plantão Covid)

Regina Casé (Amor de Mãe - Parte 1)

Tatiana Tiburcio (Especial Falas Negras) 

 

ATOR

Antônio Grassi (Bom Dia, Verônica)

Chay Suede (Amor de Mãe - Parte 1)

Eduardo Moscovis (Bom Dia, Verônica)

Julio Andrade (Sob Pressão - Plantão Covid)

Marcello Melo Jr. (Arcanjo Renegado) 

 

DRAMATURGIA

Amor de Mãe - Parte 1 (Manuela Dias/TV Globo)

Bom Dia, Verônica (Zola Filmes-Netflix)

Desalma (Globoplay)

Hebe (Globoplay-TV Globo)

Sob Pressão - Plantão Covid (Conspiração-TV Globo) 

 

PROGRAMA

A Fazenda 12 (Record TV)

Big Brother Brasil 20 (TV Globo)

Combate ao Coronavírus (TV Globo)

Conversa com Bial (TV Globo)

Guia Politicamente Incorreto - Temp.2 (Studio Fly/History Channel) 

 

DESTAQUE DO ANO

CNN Brasil

Marcio Gomes (âncora / Globo e CNN Brasil)

Daniela Lima (âncora CNN Brasil)

Em Nome de Deus (série documental Globoplay)

Falas Negras (Especial TV Globo) 

 

HUMOR

Diário de Um Confinado (Globoplay-TV Globo)

CAT BBB com Rafael Portugal (TV Globo)

Marcelo Adnet (Sinta-se em Casa / Globoplay-TV Globo)

Maria Bopp (Blogueirinha do Fim do Mundo/Redes sociais)

Paulo Vieira (TV Globo)  

 

Os críticos que votaram são: Edianez Parente, Fabio Maksymczuk, Leão Lobo, Neuber Fischer, Paulo Gustavo Pereira e Tony Goes. 


Fabio Maksymczuk