Olá, internautas
Após ampla divulgação, o SBT finalmente transmite os jogos
da Copa do Mundo FIFA 2026 que acontece, principalmente, nos Estados Unidos com
México e Canadá como países satélites.
Desta vez, a emissora da família Abravanel, além de deter os
direitos de transmissão, contratou uma equipe com nomes de peso para a
cobertura do Mundial. Galvão Bueno, que já entrou para a história da narração
esportiva, lidera o departamento de esportes ao lado de Tiago Leifert, um dos
principais nomes do jornalismo esportivo.
A dupla apareceu em sequência no último sábado (13/06).
Leifert comandou o pré-jogo com o “Torcida SBT” de forma leve e descontraída. Mais
de duas horas na tela com direito a um auditório. Até mesmo, um dummy apareceu
por lá. Funcionou.
Em seguida, Galvão liderou a transmissão do empate em 1 a 1
entre Brasil e Marrocos. O veterano narrador demonstrou sinceridade em diversos
momentos. Disse que estava na pior cabine de transmissão dentro da sua história
de 14 Copas. Revelou que desconhecia um rapper famoso que apareceu na tela.
Também não soube identificar um influenciador digital (com milhões de
seguidores, de acordo com o comentarista Pato) e o prefeito de Nova York, Zohran
Mamdani.
Uma parcela considerável do público abandonou a transmissão
da TV Globo para manter fidelidade a Galvão Bueno. O SBT garantiu dois dígitos
na média, fato raríssimo no atual panorama do canal.
Um fato, em especial, chamou a atenção. Amarelinho, mascote sbtista
histórico, desapareceu da transmissão inaugural do Brasil. Na Copa de 1990, na
Itália, por exemplo, ele aparecia esfuziante no vídeo comemorando o gol. Mais
recentemente com Teo José, ele até aparecia vermelho de raiva na tela.
Amarelinho funcionava como uma isca para as crianças dos
anos 90 acompanharem a cobertura pelo SBT. É um símbolo da infância televisiva
de uma geração. O canal acertou ao resgatar o ícone. Deveria aparecer novamente
durante a transmissão agora liderada por Galvão.
Com Galvão e Leifert, o SBT fortaleceu a imagem do
departamento de esportes. O telespectador já sinaliza o bom retorno.
Fabio Maksymczuk















