Olá, internautas
Nesse sábado (25/07), a Record transmitiu o Miss Universe
Brasil, antigo Miss Brasil. A TV aberta deixou de transmitir o
tradicionalíssimo evento desde, pelo menos, a pandemia da Covid-19.
Sem uma grande divulgação pela assessoria de comunicação da
emissora, o maior concurso de beleza do país aconteceu em São Paulo. A Miss Ilha
do Mel, Marcella Kozinski, consagrou-se como a nova Miss Brasil. Uma das
novidades da festividade foi o alargamento de inscritas. Além dos Estados,
rotas turísticas ganham agora representação na disputa, como a própria Ilha do
Mel, Chapada Diamantina, Cataratas do Iguaçu, Triângulo Mineiro, Litoral
Paulista, entre outras. 31 mulheres no total.
Agora com o nome Miss Universe Brasil, a produção ganhou
muito mais estrutura. Foi um espetáculo deslumbrante. Cuidados nítidos com iluminação.
Palco lindo com visual contemporâneo. Misses realmente belas. Michelle Barros e
Natalia Guimarães comandaram o verdadeiro show de beleza.
O júri, que contou com a participação de Adriane Galisteu, acertou
na definição das três finalistas. Além de Marcella Kozinski, disputaram a
preferência a Miss Espírito Santo, Flavia Klemz (a minha preferida) e a Miss
Chapada Diamantina, Jaqueline Ciocci.
Um dos fatos que também chamou a atenção foi a entrada da
Miss Roraima, Ingrid Rezende, na semifinal, através da votação popular. Ela
entrou como a sexta indicada. Talvez pega desprevenida, titubeou e tropeçou nas
palavras em sua resposta.
O retorno do Miss Universe Brasil à programação da TV aberta
é uma excelente notícia.
Fabio Maksymczuk

































