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quarta-feira, 14 de janeiro de 2026

Tributo enaltece impacto de Manoel Carlos na cultura brasileira

 

Olá, internautas

Manoel Carlos, um dos maiores dramaturgos da TV brasileira, desencarnou no último sábado (10/01), aos 92 anos, decorrente de complicações da doença de Parkinson.

Para homenagear um dos seus principais escritores, a TV Globo resgatou Tributo, exibido originalmente em 2024, nessa segunda-feira (12/01), após a estreia do BBB26. O especial conseguiu condensar a força das novelas de Maneco. As suas obras integram a memória afetiva de milhões de brasileiros.

Atores e atrizes que deram vida a icônicos personagens concederam depoimentos sobre o legado de Manoel Carlos. Susana Viera até fez uma confidência inusitada sobre a preocupação em decorar o calhamaço de textos em um momento íntimo.  

O impacto dos folhetins na realidade política, social e cultural do nosso País também chamou a atenção, especialmente a promulgação do Estatuto do idoso em 2003 que teve o rito acelerado, diante da repercussão dos maus tratos de Dóris (Regiane Alves) com os seus avós Leopoldo (Oswaldo Louzada) e Flora (Carmem Silva).

Como já dito neste espaço, Mulheres Apaixonadas é a minha novela predileta do autor. Também tenho um carinho especial por Felicidade e História de Amor que ganhou a minha atenção nas reprises do VIVA. Por Amor, Laços de Família e Presença de Anita também habitam o meu imaginário. De 1991 a 2003, Manoel Carlos escreveu ininterruptos sucessos da TV Globo.  

Manoel Carlos deixa sua marca indelével na cultura brasileira. O especial Tributo reforçou o saudosismo do telespectador com as ótimas novelas produzidas pela emissora platinada em décadas passadas e o contraste negativo com as atuais produções.

Fabio Maksymczuk

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