Olá, internautas
“Domênica Montero” é a nova aposta do SBT em seu horário
nobre. A novela mexicana, protagonizada por Angelique Boyer, atriz de grande
renome entre os telespectadores da emissora, apresenta potencial de crescimento
nos índices de audiência.
A produção, na realidade, é um remake da novela A Dona,
estrelada por Lucero, Fernando Colunga, David Zepeda e Gabriela Spanic. A trama
alcançou expressivos índices dentro do panorama do canal em sua exibição
original e também nas reprises.
Além de Angelique, “Domênica Montero” traz Brandon Peniche
que estava no ar recentemente em As Filhas da Senhora Garcia como Artur. Ele
agora interpreta o vilão da história renomeado para Genaro. Há ainda o galã brasileiro
Marcus Ornellas que revive o personagem de Colunga, agora batizado de Luis Fernando.
Na nova adaptação, a história traz elementos da
contemporaneidade, como o escândalo da noiva abandonada que disseminou nas
redes sociais. A gravidez por uma espécie de barriga de aluguel chamou a atenção
nos primeiros capítulos. O avanço da medicina aparece no roteiro atualizado
para o século XXI. Nos recentes capítulos, a fazenda de Luis Fernando também se
adaptou aos tempos modernos e agora tem acesso à internet.
A emissora da família Abravanel deveria ter criado uma
abertura nacional com canção própria entoada por algum artista de renome, como
antigamente acontecia nos domínios sbtistas. Mesmo com o filtro da imagem que
marca a atual fase das novelas mexicanas na TV digital, “Domênica Montero” segue
o roteiro clássico das produções da Televisa que alcançaram êxito no Brasil.
Uma mocinha e um galã rodeados por vilões. Personagens bem delineados entre o
bem e o mal.
Diante disso, a nova aposta tende a elevar a audiência do SBT,
especialmente no confronto com Coração de Mãe que não conseguiu envolver o
público brasileiro, como as anteriores turcas selecionadas pela Record. “Domênica
Montero” é uma novela clássica protagonizada por uma das principais atrizes mexicanas
que construiu um elo de carinho com o telespectador do SBT há mais de uma
década.
Fabio Maksymczuk

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