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quarta-feira, 22 de julho de 2026

Breves considerações sobre cobertura televisiva na Copa do Mundo 2026

 

Olá, internautas

No último domingo (19/07), a Espanha consagrou-se como a nova bicampeã mundial, após derrotar a Argentina por 1 a zero na grande final da Copa do Mundo FIFA 2026. A TV brasileira voltou-se ao Mundial de futebol masculino, especialmente TV Globo e SBT, detentoras dos direitos de transmissão.

A seguir, breves considerações sobre a cobertura:

Central da Copa: neste ano, o programa do fim de noite da TV Globo não engrenou. O trio Tadeu Schmidt, Fabio Porchat e Tamires não deu liga. Além disso, a barba grisalha envelheceu a imagem de Tadeu à frente da atração.

Renata Vasconcellos e Paulo Nunes: Renata comandou o noticiário da Copa do Mundo no Jornal Nacional diretamente dos Estados Unidos. A jornalista liderou a cobertura majoritariamente ao lado do ex-jogador Paulo Nunes. No telejornal mais assistido no Brasil, a apresentadora deveria estar acompanhada de um jornalista esportivo da emissora e não do ex-Fazenda. Valorização do jornalismo profissional.

Seleção Sportv: a atração escalou duas personalidades controversas dentro da história da Seleção Brasileira. Luiz Felipe Scolari e Felipe Melo deram os seus pitacos sobre o Mundial. Em uma das passagens, o jornalista André Rizek tentou passar o pano sobre a responsabilidade do ex-jogador na eliminação do Brasil na Copa do Mundo 2010 sediada na África do Sul, após ter sido expulso durante o confronto com a Holanda nas quartas de final. 

Tiago Leifert: o jornalista se destacou na narração da Copa do Mundo, além de ter sobressaído na apresentação do Torcida SBT, que funcionava como um pré-jogo leve e descontraído.

Apito Final: Eduardo Bueno, conhecido como Peninha, formou uma boa dupla dinâmica com Craque Neto. O historiador revelava, especialmente, fatos passados sobre os países que enfrentavam o Brasil. Esses momentos eram reprisados no Band Esporte Clube.

Fabio Maksymczuk

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