Olá, internautas
Neste domingo (26/09), o SBT estreou a sua segunda temporada
do “The Voice Brasil” que já engloba 14 edições desde os tempos de TV Globo.
Neste ano, a equipe de técnicos permanece com Matheus e Kauan ao lado das novas
companhias de Lauana Prado, Paulo Ricardo e Diogo Nogueira.
A emissora da família Abravanel resolveu remexer a programação
dominical, já consolidada, para a entrada do talent show comandado por Tiago
Leifert. Uma decisão arriscada. Rebeca Abravanel assegurava, de um modo geral, a
vice-liderança com o Roda a Roda.
De acordo com os números preliminares, The Voice Brasil
derrubou os índices de audiência, amargando a terceira posição ao redor dos 4,5
pontos de média. A estratégia sbtista apresenta uma justificativa plausível. O
encurtamento do Domingo Legal seria bem-vindo, já que Celso Portiolli fica sete
horas no ar. Traria também uma novidade para o domingo da emissora estruturado em
quadros fixos há anos.
Apesar disso, The Voice Brasil já é uma atração com formato
extremamente desgastado. Além disso, escalar o talent show musical para
enfrentar Dança dos Famosos, outro talent show consolidado no Domingão com
Huck, é questionável.
No primeiro episódio da nova temporada, um velho problema logo
surgiu. Diversos candidatos cantaram em inglês. Conforme já defendemos há anos
neste espaço, isso deveria ser proibido. Uma gafe também chamou a atenção. Duas
cantoras encararam as audições às cegas. No momento da conversa, elas foram
questionadas se eram irmãs. Responderam que são casadas. Climão. Junior Azevedo
se destacou entre os selecionados.
No domingo que vem, as eleições deverão agitar a programação
das emissoras. The Voice Brasil, provavelmente, tenderá a perder preferência do
telespectador.
Fabio Maksymczuk

Não assisti à essas temporadas no SBT. Só assisti às primeiras edições. É verdade que o formato se desgastou.
ResponderExcluirBoa semana!
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Até mais, Emerson Garcia