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sexta-feira, 20 de julho de 2018

"The Voice Brasil" diminui monopólio da teledramaturgia na Globo


Olá, internautas

Nesta semana, a TV Globo estreou a sétima edição do “The Voice Brasil”. O talent show comandado por Tiago Leifert agora ganha dupla exibição durante a semana. Vai ao ar às terças e quintas-feiras. Mesma estratégia adotada pela Record com “O Aprendiz” e o antigo “Power Couple Brasil”.

O primeiro programa da nova fase garantiu 22 pontos de média. Já nesta quinta (19/07), conquistou 26 pontos de média. Índices superiores aos seriados que ocupavam a faixa horária neste ano. “Mister Brau” e “Carcereiros” giravam ao redor dos 19 pontos.

A entrada do “The Voice Brasil” amplia a variedade na grade noturna, até então loteada por teledramaturgia. E isso é bom.

O talent show é, na realidade, o velho show de calouros embalado por uma linguagem moderna. A versão infantojuvenil funciona melhor que a adulta. Mesmo assim, tornou-se um espaço que valoriza os músicos brasileiros escondidos em barzinhos e afins.

Nesta estreia, Claudia Leitte roubou a cena ao entrar no palco como candidata a maior voz do Brasil. Boa sacada. Os jurados, ou melhor, os técnicos viraram as cadeiras. Ainda bem.

Nestas sete edições, o programa não revelou um grande nome que impactasse a indústria fonográfica, como ocorre na grande maioria dos correlatos, exceto o “Popstars”, no SBT, que revelou Rouge.  

“The Voice Brasil” deverá cumprir a sua missão. É uma opção de bom entretenimento ao telespectador.

Fabio Maksymczuk

4 comentários:

  1. Esqueci da estreia do the voice É a primeira vez que vou assistir
    Vi o the voice kids e gostei

    Abraços

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  2. Oi Fabio, tudo bem? Também vejo com bons olhos o aumento da variedade de gênero de programas na linha de shows da Globo. A dramaturgia é ótima, mas outros programas também merecem espaço. Só fico com medo de só o The Voice ganhar espaço nesta nova "perspectiva". Ouvi dizer que o canal prepara um game show para as noites de quinta. Achei ótima a ideia. Uma linha de shows com dramaturgia, mas também auditório, games e jornalísticos é algo que a Globo deve seguir perseguindo. Abraço! www.tele-visao.com

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    Respostas
    1. Nem sempre a teledramaturgia rende bons produtos.. Abs

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